
Na Terra do Bratwurst...

Fonte: Amazon. O filme 'Get Smart'.

Fonte: Amazon. A série 'Agente 86'



Piquei a cebola e o alho, e deixei refogar. Nesse meio tempo, temperei o frango com sal, pimenta moída na hora e alecrim (normalmente, coloco também o suco de um limao, mas nao achei mais nenhum na minha geladeira, snifsnif). Depois de deixar o frango dourar junto com a cebola e o alho, joguei todos os outros ingredients na wok. Ah, quanto ao limao grama, como ele é bem durinho, pique, pique muito: o sabor vai ficar no prato, mas os dentes nao precisam perceber o dito cujo :o) (até porque ele é fibroso, e portanto, um saco de mastigar, args!)
Acabou faltando gengibre, mas entra na receita na próxima vez :o) Depois dos legumes ficarem levemente macios (mas ainda crocantes), joguei uns 300ml de leite de côco. Aliás, o leite de côco é elemento primordial na receita, e tem que ser um cremoso. A umas semanas atrás, comprei um que era muito líquido (para uma sopa tailandesa) e nao ficou nadica de bom :o( Mas, esse da embalagem roxinha, ficou o tchan! :o) Normalmente, eu misturaria caldo de legumes também. Mas, como o champignon e a abrobrinha juntam muita água, nao foi preciso.
E, para finalizar, uma colherzinha de chá de curry verde (é uma pasta fedorenta, mas dá um sabor! E, cuidado: é muito, mas muito forte!), e chilli em pó.

E, tchan-tchan: o resultado final!!! Experimento 100% aprovado :o)

Mercado no Münsterplatz
Ingredientes:
175g de açúcar mascavo fino
175ml de oleo de girassol
3 ovos grandes
140g cenouras raladas
casca ralada de 1 laranja grande
175g de farinha com fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de canela
Modo de Fazer
1. Pré-aqueça o forno em 180ºC ou Gás 4. Unte e enfarinhe uma forma de 18 cm.
2. Numa vasilha, junte o açúcar, o óleo e os ovos. Misture-os ligeiramente com uma colher de pau. Acrescente as cenouras
raladas e a casca de laranja.
3. Peneire juntos a farinha, o bicarbonato de sódio e a canela e junte com a primeira mistura.
4. Mexa delicadamente até tudo ficar homogêneo. A mistura deve ficar leve e líquida.
5. Despeje a mistura na forma e asse o bolo por 30 minutos, até que fique firme e maleável quando você pressiona o centro.
Esfrie o bolo por 5 minutos, desenforme-o numa grade, corte e sirva."


O bolo ficou um arraso!
Jaca no Naschmarkt!!!
Voltando do museu, um rápido 'click' na Stephan Dom
Tem uma escada na minha janela...Namorido que fez a janta à noite :o) Frango (pré-temperado com limao, pimenta e flor de sal barbecue), aspargos, cenouras e pinhas tostados em óleo de canola e alho. Colocados sobre um ninho de folhas de alface temperadas com mel, mostarda de dijon, vinagre balsâmico e óleo de oliva. Delícia!!! :o)
Pequeno chaveiro do nosso quarto de hotel :o)
E essa pequena chave (alias, a chave era mesmo pequena, hahaha) abria a porta de um quarto todo decorado em estilo antigo da Normandia. Ou seja, tudo seguia a mesma estampa, em todos os lugares possíveis do quarto, e tudo em tecido! Cortinas, paredes, teto, almofadas, colcha da cama, abajures, sofá, cadeiras. TUDO estofado, e TUDO vermelho com branco! Dá para acreditar? E, sim, o banheiro era normal, hahaha :oD
Depois de uma soneca, passamos a tarde no jardim, jogando cartas. O restaurante do hotel era muito bom, entao decidimos jantar por ali mesmo. O detalhe é que, ao lado do jardim, havia galinhas, pavoes (que estavam namorando, com a cauda aberta! Lindo!), e outras aves afins, e o cheiro... bem, o cheiro era BEM de campo mesmo :o)
No dia seguinte, eu queria ter ido visitar vários castelos e mansoes da redondeza (como Rouen foi um importante centro financeiro, a regiao é recheada de castelos e mansoes lindissimos). Mas, infelizmente, nao havia nenhum disponível!!! O Mansoir de Villers (em Saint-Pierre-de-Maneville, que visitei a quatro anos atrás) só fica aberto aos sábados, domingos e feriados (tanto os jardins quanto a mansao sao lindos. E o tour é feito pelos donos, noblesse francesa :o) , que contam várias histórias interessantes, principalmente da época da Revoluçao Francesa). E outros castelos da regiao ficam abertos ao público em junho, julho ou agosto (época de alta estaçao), mas nao em maio!!! Fomos definitivamente no mês errado!!! E, sim, eu confesso: nao sabia que castelo ficava aberto à visitaçao só alguns meses por ano, e sim, nao chequei absolutamente nenhum período de visitaçao antes :o) Mas, tudo bem, é mais um motivo para voltar novamente à regiao, hehehe.
Assim, acabamos indo para Jumièges, visitar a abadia (de Jumièges, é claro, hehehe). Fundada em 654, a abadia sofreu muito no período da Revoluçao Francesa (que, aliás, dá para entender perfeitamente por que aconteceu, vendo o luxo em que a nobreza e o clero viviam): ela foi transformada em pedraria, e assim as pedras eram extraídas e vendidas (pobre abadia!). Períodos mais tarde, a abadia foi comprada por um casal, que visava sua preservacao. Hoje só a ruínas, mas eu acho as ruínas lindas :o)
Abadia de Jumièges
De Jumièges, fomos a Caudebec en Caux (nosso próximo hotel), e no caminho paramos em Duclair, para visitar o museu Août 44 –L’Enfer (Inferno) sur la Seine. O museu fica nos antigos estábulos do chateau du Taillis.
Château du Taillis
Estacionamos o carro, e procuramos a entrada para o museu. Tudo fechado... Continuamos a caminhar em direçao ao castelo, e vimos um grupo de homens da manutençao. Perguntei para eles sobre o museu, e um deles me disse para esperar um pouquinho. Depois de um tempo, ele apareceu com a chave na mao, me explicando que ele é o dono do castelo (o que?!!!!), que ele está reformando tudo, e que ele nao teria tempo de mostrar o museu para nós, mas que podíamos olhar tudo à vontade. Perguntei para ele se era possível visitar o chateau também, e ele disse que nao: que nao valia a pena mostrar o castelo para turistas individuais, só grupos. Que peninha! Mas, de qualquer modo, mesmo que tívessemos vindo num grupo, nao é alta temporada, e portanto o tour pelo castelo estava fechado até para grupos de turistas :o) Claro que namorido e eu demos uma espiada pelas janelas do castelo, e ainda tem muiiiiiita reforma pra fazer! O museu é bem interessante. Conta o período da debandada alema depois da derrota do Dia D, e as dificuldades para atravessar o rio Sena. Todas as peças (uniformes, armas, papéis, fotos, e milhares de outras coisas mais) foram coletadas pelo filho do casal na regiao mesmo. Algumas foram doadas para o museu, outras compradas. É interessante, e muito bem organizado.De Duclair, fomos a Caudebec en Caux. Eu ainda tinha a imagem de um restaurante a beira do Sena, onde jantei a quatro anos atrás, e cuja comida havia achado excelente. Por isso, queria levar namorido para experimentar a culinária de lá também. Assim resolvemos ficar no hotel que abriga o restaurante. Decepcao total! Além do jantar ter ficado muito abaixo das nossas expectativas, o serviço era horrível, e a comida demorou muito pra chegar também. Nao, nao foram 15 mintos. Foi UMA HORA para receber a entrada, e mais UMA HORA para receber o prato principal!!!! Tudo bem que a vista era muito bonita da nossa mesa, mas todo o resto deixou muito a desejar :o( O tempo passa, o tempo voa, e as coisas mudam!!! As vezes para melhor, as vezes para pior. E as vezes para BEM pior, hehehe :o)Na tarde, ainda aproveitamos para visitar o Museu do Victor Hugo. Ele morou por um tempo nessa casa, e a filha dele morreu afogada nessa regiao, no rio Sena.
Museu Victor Hugo
E assim acabou nossa viagem para a Normandia! :o) Faltaram os castelos, mas fica para uma próxima vez :o)))
Yvetôt