Monday, July 7, 2008

Trip para a Normandia - parte II

Ai, gente, tô meio que me desesperando com o GMAT.... Acho que eu devia ter começado a estudar bem antes! Mas, achei que me concentrar primeiro para o Toefl, e depois para o GMAT, era uma boa idéia. O que eu nao previ é que uma semana NAO ia ser suficiente (ainda mais que a minha semana foi comprimida para três dias, tendo em vista que nos outros dias meus sogros ainda estavam nos visitando, e aí nao deu tempo pra nada). Bom, let's see... Na pior das hipóteses, tento a inscriçao no ano que vem novamente. Como diz namorido, 'a vida é muito curta pra se estressar tanto!' :o)

Ok, de volta a viagem:
De Giverny, fomos almocar num restaurante no meio do nada, chamado Les Jardins d'Epicure (Bray et Lu), que eu descobri via o Guia Michelin (uma estrela Michelin, dois pontos para 'restaurantes com charme'). A ida ao restaurante foi muito engraçada, porque namorido e eu nos entreolhavamos assustados: em que mato nós vamos parar? O lugar era, literalmente, no meio do nada! A rua nem constava no GPS! Mas, entre trancos e barrancos (o caminho de Giverny até a cidadezinha era de uma via só: quando vinham carros na contramao, o que quase nao aconteceu, a solucao era um deles parar no, digamos, acostamento...), chegamos ao lugar. E a comida era divina! E o cenário mais divino ainda: as mesas eram todas ao redor da piscina, numa varanda envidraçada, numa mansao de 1852. Muito lindo! Do lado da piscina, quadros e um piano. Eu já fiquei imaginando alguém pulando dentro da piscina com estardalhaço, e inutilizando o piano! Mas, de repente, o estilo é outro: chega-se até a piscina, deixa-se o roupao cair aos pés, e entra-se pela escadinha, degrau por degrau, com touquinha na cabeça, pronta para um nado calmo e tranqüilo de peito. Vai saber, né? :o)

Os quadros nao estao super pertinho da piscina? Eu acho :o)

Mas o restaurante era muito legal :o)

E a comida melhor ainda :o)))


De qualquer jeito, como a curiosidade mata, acabei perguntando para o maître se a piscina era utilizada. Ele disse que podia ser utilizada pelos hóspedes do hotel, entre 9h e 11h, e 14h e 16h. Horário estranho, nao? E fiquei imaginando a trabalheira: tira cálices, tira guardanapos, tira talheres, tira pratos, tira a toalha, tira a mesa e tira as cadeiras (porque é tudo muuuuuuito encostado na água). Depois do horário da piscina: coloca cadeiras, coloca mesa, coloca pratos, coloca talheres, coloca guardanapos, coloca cálices, tudo no lugar novamente! Mas, como a trabalheira nao é minha, só curti o cenário, a boa comida e o ótimo vinho. Delícia :o)
Carol, comi um petit gateau de chocolate em tua homenagem, e estava dos deuses :o)))

Depois da farta refeicao, fomos dirigindo até Ducey, onde ficava o nosso hotel. Segunda-feira seria dia de Mont Saint Michael, e decidimos dormir em Ducey: assim chegaríamos cedo no dia seguinte, sem sermos atropelados pelos milhares de ônibus de turistas (literalmente!). Ducey fica a 20 minutos do Monte, mas nao tem nenhum estardalhaço turístico. Aliás, peca pelo contrário: havia um super palacete na cidade, mas totalmente abandonado. Deu uma peninha! Vontade de adotar!

O palacete abandonado...

Quanto a Ducey (na verdade, nosso hotel ficava exatamente em Saint-Quentin-sur-le-Homme), é um marasmo só! Chegamos no domingo de tardezinha, e tínhamos planos de jantar no hotel (que é conhecido pela boa cozinha). O que nao contávamos é que o restaurante fecha no domingo de noite. E, assim como esse restaurante, vários outros das cidadezinhas próximas (sim, porque em Saint-Quentin-sur-le-Homme o único restaurante era do nosso hotel, hehehe). Depois de muita procura e pedido de informaçoes, conseguimos achar um restaurante tailandês que superou as nossas expectativas. Nao estava bom, mas estava longe de estar ruim :o)
Como ainda era dia claro depois da nossa janta (20h), resolvemos nos aventurar e ir visitar o Mont Saint Michael de noitezinha mesmo (assim namorido já conhecia o caminho para o dia seguinte, hehehe). Lindo, lindo, lindo! Eu sempre me emociono quando vejo o dito cujo :o) Depois de tirarmos várias fotos, voltamos ao nosso hotel.
No dia seguinte, descemos para o café da manha, e nada. Silêncio por todo o hotel! Cadê todo mundo? No dia anterior, eu havia perguntado sobre o café da manha, e se haveria algum problema em tomá-lo às 8h, e a recepcionista havia me garantido que das 7h30 até 9h30 o café estaria disponível. Bom, depois de esperarmos uns 10 minutos, me irritei e toquei a campainha da recepcao de maneira irritante. Como o café da manha nao estava incluído no preco do quarto, decidimos ir embora e comermos algo na pequena padaria de Saint-Quentin-sur-le-Homme. A recepcionista veio com cara de sono, e nem achou estranho que nao iríamos esperar pelo café da manha. Aaargs! Tem que ter uma paciência de Jó!

Ok, time to go. Hoje à noite tenho nataçao, e mais duas horas de estudo GMATístico. Ai, ai, ai. Torçam por mim, que tô precisando!

2 comments:

Carol said...

Ai D.Joaninha, petit gateau é uma coisa! Eu amo e até hj não comi um tão bom qto aquele no restaurante Ólio (no dia da sua pré-apresentação de teatro).
E eu consegui uma receita que diz ser A receita. Precisamos testar!!!
A trip foi divina hein. Tô adorando saber tooodos os detalhes.
E as fotos estão show!
Beijos.

Silvinha said...

Oiiii!

Como foi o teste???

Que hotel deslumbrante! Mas é realmente estranho ver tantas coisas "molhaveis" tão perto da piscina!

Ai, esse tipo de atendimento mata, não? Mas é um tanto tipico... hehehe

Beijos