Tuesday, June 7, 2011

Viajando pela Islândia - dia 4 - Folk Museum

No dia seguinte, acordamos com as ovelhas (ou seja, cedinho). Enquanto eu fiquei na cama dormindo mais um pouco (o museu que queríamos visitar, a dois minutos do nosso hotel, só abriria às 10h), namorido foi explorar o topo da Skógafoss.

Da janela do quarto, tirei uma foto de namorido láááá em cima (de jaqueta vermelha): dá para ver? :-)

As escadarias

E a vista do topo: o rio que dá origem...

... à queda d'água...

... e segue adiante.

Do lado esquerdo, embaixo, um coracao desenhado na areia preta (bem em cima do 'e' de Steadman): será que foram os elfos? :-)

E a vista!

Nao, definitivamente nao tivemos sorte com o arco-íris :-)


O Folk Museum fica em Skógar mesmo, e mostra como se vivia no sudeste da Islândia. Ele fica aberto o ano inteiro, mas com horários diferentes (junho a agosto - 9h às 18h30, maio e setembro - 10h às 17h, outubro a abril - 11h às 16h).

Casa construída com pedra e coberta com grama

Eles eram pequeninhos :-)

O telhado: pedras sustentadas por vigas de madeira

E as paredes, também feitas de pedra

Versao com...

... janelas (mas com o teto ainda encoberto por grama)

O interior: a sala de estar

... e o dormitório.

Em outra casa, o dormitório...

... contendo um calendário artesanal :-)


O prédio da escola

Na parede, uma pintura da Gullfoss.

Sala de aula...

... com detalhe para o boletim escolar :-)

A fazenda Skal foi o próximo modelo arquitetônico de casas de fazenda da regiao (o telhado de grama só usado para o celeiro). Essa foi construída em 1919-1920, e foi usada até 1970!

Tem alguém aí?

No hall de entrada, um armário embutido para os casacos :-)

A sala...

... e a cozinha com detalhes para...

... os antigos kitchenAid :-)

A balanca de cozinha

E, no andar de cima, os dormitórios

Como em todos os vilarejos, nao podia faltar a igreja

Detalhe para as suculentas no teto de uma das casas :-)

E um detalhe fofo: a casa para os pequenos elfos da regiao :-)

E uma igrejinha também :-)


O museu possui também com um prédio principal, contando com diversos artefatos.

Barco de pescaria

Vestidos e mais..

... vestidos.

Um tear!

Um barômetro feito de bexiga de vaca :-) Quando a pressao atmosférica muda, a bexiga expande (mau tempo) ou contrai (bom tempo)


Nós adoramos a visita ao museu, principalmente a parte a céu aberto, com a possibilidade de ver de pertinho as casas típicas da regiao - por dentro e por fora!

Continuando pela estrada 1, fomos em direcao a Vík, a famosa praia de areia preta. No caminho, antes de chegar em Vík, pegamos a estradinha 218 para ver o famoso buraco na rocha em Dyrhólaey. Infelizmente nao foi possível chegar tao perto quanto queríamos: a estrada está fechada para proteger o ninho de pássaros que estao chocando bem na época em que estávamos por lá :-)

Do lado da estrada 1, resquícios das enxurradas do ano passado, fruto do vulcao: só sobraram pedrinhas e areia preta em grandes extensoes

Estradinha 218 - nao é possível continuar (nem a pé) para nao atrapalhar as mamaes chocando nos ninhos :-)

Lá ao longe...

... o arco que se formou na rocha vulcânica (com bastante imaginacao, nao parece um elefantinho? :-) )

No caminho para Vík...

... lindas paisagens, com cores fabulosas de montanhas!


E uma cachoeira num leito alaranjado :-)

Chegamos em Vík...

... com as agulhas de rocha Reynisdrangar ao fundo.

Reynisdrangar de pertinho. Conta a lenda que dois trolls tentavam levar um navio de três mastros para a praia. Mas quando o sol veio, o navio se transformou em pedra (deixando só o mastro a mostra)

O contraste da areia preta com a montanha

Sim, é areia preta!

E na praia, várias pedras por aqui e por ali

... além de pequenas plantinhas, cujo verde se destacava entre a areia escura

5 comments:

Nina said...

Ahhh que tudo!!! essa era uma viagem que tu tinha mt vontade de fazer, faz tempo nao é Angie???

Silvia said...

Igrejinha para os elfos, sério? *_* Não podem nem ficar em paz no seu paganismo, pôxa :P

Achei o elefantinho muito fofo :)

Beijo!

Phophina said...

muito obrigada pelo seu relato maravilhoso - fiquei babando de vontade de ir conhecer, mas com dois filhos vou ter que esperar mais uns 10 anos. Eu também vi muita praia preta em Lançarote, e engraçado que as paisagens às vezes se parecem apesar da localizaçao ser totalmente diversa.

Taia Assunção said...

Amei, especialmente a parte ao ar livre e as miniaturas...beijocas!

Katia Bonfadini said...

Que legal essa areia preta!!!!! E o Folk Museum me lembra o Skansen em Estocolmo e o Skanzen, na Hungria. Parece bem interessante! Nossa, eu amaria conhecer esse pedaço de mundo algum dia. O Marcelo então, nem se fala! Vou enviar todos os seus relatos pra ele ver, vai amar! Beijão!